A ANSIEDADE E AS CRISES DE PÂNICO
Tal como a Depressão,
também a Ansiedade trás consequências para a relação conjugal e para todas a
relações no geral. A Ansiedade a passo com a Depressão, são perturbações cada
vez mais frequente:
Quem não sofre ou já não ouviu falar de alguém que sofre de
Ansiedade?
A forma como a Ansiedade se
manifesta depende muito de pessoa para pessoa, do modo como está estruturada
emocionalmente. Os sintomas podem ser muito diferentes. Geralmente os mais
valorizados são os físicos que levam à procura de um diagnostico para o que
sentem e recorrem à realização de exames ao coração (palpitações, dor), ao
estômago (enfartamento, vómitos), a garganta (dificuldade em engolir), a cabeça
(dor intensa, vertigens), entre outros sintomas como a sudorese, sensação de
desmaio, náuseas, perda de controlo, dificuldade de orientação espacial,
pensamentos repetitivos e violentos. Estes são só alguns dos sintomas mais
frequentes.
A crise de pânico é um pico
de ansiedade generalizada e é descrita por muitos como uma sensação assustadora
de perda de controlo. Muitas pessoas sentem que vão morrer, por isso, na maior
parte das vezes que acontece a pessoa recorre ao hospital. É extremamente
doloroso!
Frases como: “isso é
psicológico!, não é nada, não ligues a isso!” São uma crença, ao dize-lo está a
desvalorizar a dor e ainda acrescenta que a pessoa está a mentir ou não quer
fazer nada para melhorar. Os sintomas são reais, a dor é real e só surgem
porque emocionalmente ou psicologicamente há sofrimento. É o corpo, através de
sintomas físicos que envia alertas: “Não estou bem, toma conta de mim”. Deve-se
fazer exames clínicos para despiste.
Se é Ansiedade é importante
perceber o que causa a agitação e a inquietação. É preciso identificar,
elaborar e ultrapassar. Deve-se lembrar que a ansiedade tem sempre a ver com o momento a seguir, com o que
vai acontecer seja a curto ou a médio prazo.
No casal pode ser também um
motivo de conflito pelo não entendimento do outro e/ou pelo não querer saber.
“Ele(a) só quer atenção!” Então dê atenção, mas dê atenção à pessoa e não ao
sintoma.
AMPARE! DÊ COLO! CUIDE!
As crises de Ansiedade têm
cura.
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