sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

A ANSIEDADE E AS CRISES DE PÂNICO

Tal como a Depressão, também a Ansiedade trás consequências para a relação conjugal e para todas a relações no geral. A Ansiedade a passo com a Depressão, são perturbações cada vez mais frequente:

Quem não sofre ou já não ouviu falar de alguém que sofre de Ansiedade?

A forma como a Ansiedade se manifesta depende muito de pessoa para pessoa, do modo como está estruturada emocionalmente. Os sintomas podem ser muito diferentes. Geralmente os mais valorizados são os físicos que levam à procura de um diagnostico para o que sentem e recorrem à realização de exames ao coração (palpitações, dor), ao estômago (enfartamento, vómitos), a garganta (dificuldade em engolir), a cabeça (dor intensa, vertigens), entre outros sintomas como a sudorese, sensação de desmaio, náuseas, perda de controlo, dificuldade de orientação espacial, pensamentos repetitivos e violentos. Estes são só alguns dos sintomas mais frequentes.

A crise de pânico é um pico de ansiedade generalizada e é descrita por muitos como uma sensação assustadora de perda de controlo. Muitas pessoas sentem que vão morrer, por isso, na maior parte das vezes que acontece a pessoa recorre ao hospital. É extremamente doloroso!

Frases como: “isso é psicológico!, não é nada, não ligues a isso!” São uma crença, ao dize-lo está a desvalorizar a dor e ainda acrescenta que a pessoa está a mentir ou não quer fazer nada para melhorar. Os sintomas são reais, a dor é real e só surgem porque emocionalmente ou psicologicamente há sofrimento. É o corpo, através de sintomas físicos que envia alertas: “Não estou bem, toma conta de mim”. Deve-se fazer exames clínicos para despiste.

Se é Ansiedade é importante perceber o que causa a agitação e a inquietação. É preciso identificar, elaborar e ultrapassar. Deve-se lembrar que a ansiedade tem sempre a ver com o momento a seguir, com o que vai acontecer seja a curto ou a médio prazo.

No casal pode ser também um motivo de conflito pelo não entendimento do outro e/ou pelo não querer saber. “Ele(a) só quer atenção!” Então dê atenção, mas dê atenção à pessoa e não ao sintoma.

AMPARE! DÊ COLO! CUIDE! 
As crises de Ansiedade têm cura.







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